REVIEW: GIRL’S GENERATION – HOLIDAY NIGHT

Olá, como vocês estão?

E então, finalmente temos entre nós o álbum comemorativo dos 10 anos do SNSD, que é um dos maiores girlgroups do mundo e que tem uma enorme influência pro nosso amado kpop. E quando se tem nas costas o título de “grupo da nação” e está comemorando seus 10 anos de vida, obviamente todos já esperam que isso seja O ÁLBUM DO MILÊNIO, afinal, estamos falando de Girl’s Generation, não? (Apenas aceitem a mensagem que eu quero passar nessa intro e ignorem o fato de que quase todos os álbuns coreanos delas tem um monte de filler, obrigado).

Eu não estava muito ansioso pra esse álbum não. Eu sou meio termo com SNSD: não acho elas a maior reinvenção do conceito de música boa no universo igual a fanbase (apesar de que já tive a minha fase), mas também estou longe de achar elas um grupo horrível e sempre estar shadeando as meninas por ai, igual muita gente faz. Eu acho elas um grupo com uma boa quantidade de músicas boas, e que, mesmo não acertando sempre, acho que elas merecem sim esse renome todo. Mas pelas prévias, tudo indicava que esse seria o 2° LP mais fraco da carreira deas (o 1° vai sempre ser o The Boys), e toda a hype que eu podia ter, acabou indo pro ralo. Enfim, os singles acho que quase todo mundo gostou e achou digno pra comemorar 10 anos, mas e o resto, será que faz jus a todo esse hype? Vamos ver.

Ouçam pelo Spotify:

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REVIEW: DREAMCATCHER – PREQUEL

E então, DreamCatcher fez seu 2°/3° comeback ontem, e dessa vez com um mini álbum.

Desde que a HappyFace anunciou que redebutaria o Minx, eu fiquei animado, porque o conceito parecia bem promissor (ainda mais pra girlgroups)

E bem, o debut veio, depois um comeback, e agora estamos aqui, aonde DreamCatcher se mostra ser não só um dos rookies, mas um dos atos mais interessantes no geral a aparecer no kpop nos últimos anos. E é muito legal ver que a HappyFace tá afim de fazer elas acontecerem, e esse álbum só comprova isso. O que eu achei vocês conferem ai:

Ouçam pelo Youtube:

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REVIEW: EXO – THE WAR

E cá estou eu com a review do The War, 4° full do EXO.

Se eu tivesse escrito esse post há 1 ano atrás, eu provavelmente estaria rasgando uma seda enorme pra isso, falando sobre como o EXO é inovador e reis do kpop, que The War era o álbum do ano, etc e etc. Mas com o tempo eu fui apagando um pouco a minha hype com eles, e eu acho que isso ajudou bastante na minha opinião sobre o álbum, que pra felicidade de todos, é bem melhor do que o single. O que eu achei vocês conferem ai:

Ouçam pelo Spotify:

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REVIEW: LEE HYORI – BLACK

Olá, como vocês estão?

E depois de uns dias sem post, cá estou eu. Peço perdão. Mass, pra compensar, temos uma review que eu queria muito fazer.

Eu não sou lá um maior conhecedor da Lee Hyori, só ouço algumas faixas aleatoriamente mas nunca parei pra me aprofundar nela e tal. Porém, quando vi que ela voltaria, acabei ficando animado.

Black é um álbum bem importante na carreira dela, afinal, é o primeiro trabalho após 4 anos fora dos holofotes, e que tem uma nova proposta sonora pra ela (Lee Hyori é conhecida por músicas animadas e catchys, em Black isso não está presente). Será que todos esses anos em hiatos+proposta totalmente nova na sonoridade resultou em algo bom? Vamos ver.

Ouçam pelo Spotify:

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REVIEW: MAMAMOO – PURPLE

Olá, como vocês estão?

E cá estou eu com mais uma review, dessa vez do Purple, mini do Mamamoo. Mesmo gostando bastante delas, eu não tava lá tão ansioso pra esse comeback em si, então até que me surpreendi com o single. Mas será que o álbum é bom também?

Eu não costumo ser tão fã dos álbuns do Mamamoo, porque tirando o Melting do ano passado e o Hello, do debut, eles seguem a linha de “single+1 ou 2 bsides boas e o resto filler ou no máximo agradável”, mas como elas haviam prometido que seguiriam essa ~evolução~ que começou em Décalcomanie, acabei dando uma chance pro mini, e o que achei dele vocês conferem ai:

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REVIEW: DAY6 – SUNRISE

Olá, como vocês estão?

E hoje eu trago mais uma review, que eu acabei adiando mais do que pretendia, a do Sunrise, 1° LP do Day6. No começo do ano, eu fiquei bem animado com o projeto de singles mensais deles (mesmo que eu já tenha vivido 2 casos onde a coisa começa a desandar, vocês provavelmente devem saber quais são esses 2 casos por provavelmente terem se decepcionado com eles também, então não irei dizer), pois parecia promissor e acho que seria uma ótima oportunidade pra eu conhecê-los melhor. Bem, a coisa começou bem com I Wait, desandou naquela de fevereiro, voltou aos trilhos com How Can I Say e… e bem, depois eu meio que parei de acompanhar, só vendo o link do mv por ai e esquecendo de ouvir. E então a JYP resolveu lançar um LP, misturando as músicas já lançadas + inéditas.

E ao mesmo tempo em que isso é bom, pois assim trás conteúdo novo e reserva mais singles pra serem lançados até o fim do ano (ao invés de lançar single mensal e em dezembro lançar um LP que é uma compilação de tudo), isso pode ser ruim, pois continuar com singles depois do LP pode significar que as bsides inéditas dele sejam bem qualquer coisa.

Eu não sou muito chegado em Day6, eles são aquele grupo (banda, no caso) que eu fico “opa, curti essa música ai” e só, mas gosto de uns integrantes pelo o que vejo deles por ai, mesmo que não seja algo que me prenda a ponto de stanear e tal. Rock não é lá meu gênero musical favorito, mas o kpop tem o poder de me fazer gostar dessas coisas (eu não gosto de rap, principalmente de homem, mas o kpop me faz gostar, mesma coisa com EDMzão, R&B e PR&B, e etc), e eles são mais um ato que se encaixa nessa regra.

E bem, Sunrise é basicamente um álbum de rock, mas será que ele presta ou soa como se fosse a mesma faixa por 50 minutos? Vamos ver ai:

Ouçam pelo Youtube:

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REVIEW: NCT 127 – CHERRY BOMB

Olá, como vocês estão? Era pra esse post ter saído ontem, mas eu estava extremamente ocupadíssimo completando as missões do lado da Riven no lol com umas coisas ai, e não deu pra finalizar antes. Perdoem-me.

NCT 127 fez seu comeback, e mesmo eu não dando tanta bola assim pro grupo, sempre acho as coisas deles relativamente diferentonas, então acabo ficando curioso pra ver como vai ser.

Cherry Bomb teve uns teasers bem legais esteticamente (sim, tanto esses quanto os de Limitless estavam todos bregas e é por isso que eu achei legal), junto com aquilo da musiquinha 8-bit no site lá e etc. Mas e como será que o comeback em si foi? O que eu achei do single e do mini vocês vêem agora.

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