Top 100 de 2017 – Parte 4 (55-41)

Olá, como vocês estão nesse dia de natal?

Cumprindo o cronograma, estou de volta com mais uma parte do top 2017, aquela parte da lista onde as coisas começam a ficar acirradas. Daqui pra frente tem umas coisas recentes que eu acho até meio precipitado botar alto assim na lista, mas fazer o que, né?

Post sendo editado por que o wordpress resolveu comer 2 parágrafos. Parabéns.

Pois muito que bem, vamos la:

55 – Mamamoo – Yes I Am

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Depois de Decalcomanie, a coisa que eu mais queria ver era como Mamamoo iria voltar em 2017… dai elas vieram com single de verão, e o histórico de singles de verão delas não é lá tão animador a ponto de me deixar tranquilo com o que viria. Mas pelo menos Yes I Am é muito boa, é Mamamoo fazendo música de Mamamoo, mas com uma letra bem interessante sobre emponderamento e autoestima. O pre-release é divertidinho, mas até esqueci dele com Yes I Am existindo.

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54 – Jimin – Hallelujah

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JImin voltou após aquele negócio la do ano passado, e literalmente voltou restaurada na paz do senhor, pensando em todo mundo que queria piranhar sem ir pro caminho do inimigo. Hallelujah é um latin pop farofento que com toda certeza teria hitado horrores se lançado por alguma cantora em ascensão daqui do ocidente (melhor que Despacito pelo menos, não né?). Pois então, aleluia, irmãos.

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53 – Morning Musume – Brand New Morning

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Aquela Confront With Bare Nakedness do ano passado é uma farofa absolutamente icônica, dai eu fiquei tentado a acompanhar o Momosu de vez só por causa dela. Não rolou por que fiquei sem paciência, mas desde quando Brand New Morning saiu eu tenho achado isso aqui maravilhoso, esses “we are brand new morning” dão um ar de imponência no negócio e são grudentos pra caramba, sem falar do break que eu adoro.

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52 – Hwang Insun – Hwang Ya

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Poxa, eu curti tanto isso aqui de forma não-irônica. Não assisti o Produce das meninas a ponto de stanear verdadeiramente, mas eu curtia a Insun e achei icônico ela vir com esse farofão datado lá de 2009, propositalmente (ou não) trash, que começa de forma acústica só pra dar aquele “tchan” na hora do refrão apocalíptico que tem até uns relinchos de cavalo totalmente aleatórios. Pena que depois disso veio um tropical house safado sem nada de interessante.

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51 – Seohyun – Don’t Say No

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Lá em janeiro a Seohyun debutou solo com um R&B gostosinho alá Mariah Carey/Ariana Grande que eu gostei desde o princípio (é meu debut solo favorito entre as soshis), a faixa é genérica e sem nada muito destacável? Sim, mas é tão legal, é o tipo de coisa que prende bastante e nos faz ouvir várias e várias vezes (tanto que daqui umas 2 semanas vai fazer 1 ano que saiu e ta aqui firme e forte comigo ainda). Volta, carreira solo da Seohyun em outra empresa.

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50 – Happiness – Gold

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Eu sempre fui o diferentão que prefere Happiness entre as units do E-girls, já que eu adoro uma farofa, não importa o quão básica ela seja. Só que até então as delas estavam básicas demais, e Gold veio pra botar um fim nisso. É um dos melhores tropical house do ano, possivelmente por não ser tão tropical house assim, e se parecer mais com algo étnico (o mv ajuda bastante nesse quesito de destropicalizar a coisa toda). Ouçam completa aqui.

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49 – N.Flying – The Real

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Essa aqui é uma que eu não imaginei que fosse gostar TANTO quanto gosto. Vi só porque tavam falando do ❤ Moonbok ❤ no mv, mas a faixa é tão legal, tão animada, que aos poucos fui me viciando (houve uma época em que eu ouvia isso umas 10 vezes ao dia). The Real é basicamente uma faixa que essas bandas ocidentais lançavam na década passada, e como eu gosto disso mas não dou a minima pros ocidentais? Eu não sei. Ah, e claro que esse mv ai melhora tudo, um dos mais divertidos vindo de atos masculinos em uns anos, viu.

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48 – Wednesday Campanella – Ame-No-Uzume

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Tem bem menos faixas do Wednesday Campanella do que eu gostaria nesse top (inicialmente tinham umas 7, de tanto que gostei do Superman). Não fiz a review que pretendia porque ia ficar muito tarde, ainda mais se levar em conta que em fevereiro vai fazer 1 ano já. Mas pra começar a rasgação de seda, Ame-No-Uzume (pra quem não sabe, absolutamente todas as faixas deles são sobre figuras históricas ou seres da mitologia mundial), e mesmo que a faixa seja meio melancólica demais pra se referir a deusa da alegria, ainda é ótima, apostando em algo mais classudo e que até parece um pouco música de boate gay em uns momentos. Gosto tanto dessa parte falada da voz misteriosa <3. Ouçam aqui

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47 – Yezi – Anck Su Namum

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Legal que eu fui de uma faixa super relaxante pra um pancadão étnico, né? Mas enfim, Anck Su Namum foi uma das maiores surpresas que eu tive no ano, todo mundo faz farofinha com pegada árabe e tal, mas nunca vi ninguém na história fazendo um negócio desse com as batidinhas características. De primeira eu achei ela muito mal estruturada, mas bastou uns 2 dias pra que eu já estivesse encomendando minha roupa de odalisca pra performar esse troço.

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46 – Faky – Surrender

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Eu achei Surrender bem ruim quando saiu (acho que até fiz post solo se não me engano), pois a faixa tinha umas mudanças de tempo bem esquisitas dos versos pro refrão. Só que ai eu comecei a achar isso o verdadeiro destaque da coisa, e ai ela começou a crescer comigo. Surrender é tanta coisa, é sombria, melancólica, rebolativa, motivadora, e acho que pra uma coisa assim o 46° lugar é até meio baixo, mas elas mesmas lançaram coisa melhor uns meses depois, então a culpa fica menor

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45 – Red Velvet – Red Flavor

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Após um monte de maneirismos que tentaram inventar (e funcionaram comigo até, mas…_ e coisinhas genéricas demais em 2016, é até engraçado ver que o que salvou Red Velvet foi justamente algo bem povão. Red Flavor é um single de verão que poderia ser lançado por qualquer grupo, e bem, ser genérico nem sempre é algo negativo (no caso delas, foi o que estavam precisando, no final das contas). Pois então, Red Flavor é quase o melhor single de verão de 2017 pra mim, mas é com certeza o mais marcante deles.

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44 – Jessi – Boing (feat Changmo)

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Gucci é boa e ta com a presença na playlist dos esquecidos marcada. MAS, entretanto, a Jessi lançou o verdadeiro jam dela entre as bsides do mini. Sério, que coisa maravilhosa isso aqui, é sensual, é dark, é grudenta, é o tipo de coisa que eu espero da Jessi, e muito mais do que isso. Torço muito pra que ela volte a lançar esses singles rebolativos de vez e que 2017 não tenha sido só um presente pros fãs, pois gosto muito dessas faixas dela. Ouçam aqui.

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43 – 9Muses – Remember

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Ta ai uma que demorou um bocado pra colar comigo. Eu simplesmente não aceitava a forma brusca que a transição do pré-refrão todo calminho pro refrão explosivo tinha em Remember, só que a ideia da faixa era legal e meu biasismo por 9Muses era gigante, dai eu resolvi me forçar a curtir a faixa. E funcionou. Não é a melhor delas em 2017, mas 9Muses lançando algo que é só legal ainda é bem digno de nota.

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42 – EXO – The Eve

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Acabou que no fim a unica coisa do EXO em 2017 que sobreviveu genuinamente comigo foi The Eve, a apocalíptica bside melhor que o single™. Sério, The Eve é algo tão diferenciado pra eles. Quer dizer, eles tem umas faixas nesse clima, mas ela é a única que prende desse jeito. Acho que essa estrutura crescente que resulta num refrão catchy cheio dos sintetizadores árabes ajuda nesse fator. Acima, stage que exibe todo o ❤ talento ❤ deles.

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41 – Super Junior – Black Suit

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Eu ja devo ter falado aqui que não consigo gostar de quase nada do catálogo do Super Junior, e me viciar em Black Suit foi uma agradável surpresa, ainda mais por ela ser o melhor single deles desde… não sei, mas desde alguma música de 2011 deles que eu gosto. Curti bastante a mistura de elementos levemente eletrônicos com um latin pop tão levinho quanto (demorei pra perceber que era), e se ela tivesse saído uns meses antes, possivelmente teria pegado uma posição ainda mais alta, pois isso aliado ao roubo-de-terno concept é um dos comebacks mais divertidos entre um mar de boygroups sérios.

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Agora estamos na 2° metade do top, quarta feira vocês verão mais 15 faixas que estão ainda mais perto do top 10 rodarem (uma delas sendo possivelmente polêmica, inclusive). Aguardem!!!

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e se gostaram do post, compartilhem ❤

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2 comentários sobre “Top 100 de 2017 – Parte 4 (55-41)

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