REVIEW: NCT 127 – CHERRY BOMB

Olá, como vocês estão? Era pra esse post ter saído ontem, mas eu estava extremamente ocupadíssimo completando as missões do lado da Riven no lol com umas coisas ai, e não deu pra finalizar antes. Perdoem-me.

NCT 127 fez seu comeback, e mesmo eu não dando tanta bola assim pro grupo, sempre acho as coisas deles relativamente diferentonas, então acabo ficando curioso pra ver como vai ser.

Cherry Bomb teve uns teasers bem legais esteticamente (sim, tanto esses quanto os de Limitless estavam todos bregas e é por isso que eu achei legal), junto com aquilo da musiquinha 8-bit no site lá e etc. Mas e como será que o comeback em si foi? O que eu achei do single e do mini vocês vêem agora.

Eu achei a proposta de Cherry Bomb (lembrando que to comentando a 1° faixa do álbum, essa ai em cima é a faixa que fecha e o mv é pra ilustrar o post) legal, um oppa-tryhard-concept conceitual, grudento e com coisas 8-bit no instrumental e etc. Mas não dá, gente. É coisa demais pra uma música.

Agora eu tô falando da versão performance, que encerra o álbum, não deveriam ter usado ela como single, porque o break deixa tudo ainda mais com cara de “acaba logo isso”. Os “i’m the biggest hit on the stage” são grudentos e mesmo que eu tenha ouvido poucas vezes a faixa, eles ficaram na mente, mas é tanta coisa na música que nem dá pra assimilar direito. Como eu disse, o break ajuda bastante a tudo parecer um amontoado de aleatoriedades, sozinho ele é legal, mas a situação não favoreceu. Enfim, uma bomba literalmente, né? Só faltou a cereja pra deixar as coisas mais assimiláveis.

Acho que Running 2 U deveria ter sido o single, já que ela tem o mesmo clima de hip-hop fodão experimental de Cherry Bomb, mas soa como algo concluído. Teria combinado bem mais com tudo, mas fazer o que, né? Destaque pro refrão, o instrumental dele é ótimo.

0 Mile é provavelmente a melhor faixa do mini, e ela vem em boa hora na tracklist, já que quebra o clima tryhard e opta por algo mais disco/funky, com uns sintetizadores que parecem com o nosso querido por uns e odiado pela maioria tropical house. Acho que eles cantarem no refrão ajuda bastante, já que esse tipo de coisa as vezes é só sintetizador. Bacana.

E então as coisas ficam mais lentas com Sun&Moon, é uma midtempo bem gostosinha e simples de escutar. Não tenho muito o que dizer da faixa, além disso e de que ela poderia ser a faixa que encerraria as coisas, pois teria um aproveitamento ainda melhor no álbum.

Whiplash é a mais filler do álbum, mas é filler significando “música que a gente não lembra muito depois”, e não significando “música que tá lá só pra fazer volume” (acho que no fim ambos os significados tão intercalados, mas enfim, espero que tenham entendido).

Ela volta pro clima oppa fodão das 2 primeiras faixas, mas ela tem um clima mais urban de tarde ensolarada. Nem parece que tem letra quase sexualmente explícita, que pelo que vi foi composta pelo Taeyong enquanto o dito cujo pensava na irmã (!!!!!!)

Eu disse que Sun&Moon daria um bom encerramento, mas acho que Summer 127 faz melhor esse trabalho (falando hipoteticamente, já que o que realmente encerra o álbum é a versão com break da title que eu ja comentei ali em cima). É um house animado e alegre que numa primeira ouvida soa bem derivativo, mas depois fica ótimo. É outra que daria um single legal caso rolasse um double a-side ou coisa do tipo

No mais, Cherry Bomb é um mini relativamente legal. Não superou o primeiro mini deles (e acho que seja difícil isso acontecer), mas também não da pra se superar toda hora, né? O mini tem uma sonoridade bem característica de NCT (não sei se sou o único, mas mesmo NCT 127 sendo a velha boyband fodona tryhard, ainda soa como se a SM quisesse dar um “tchan” a mais neles, e isso acaba sendo levemente transmitido nas faixas). É variado sonoramente, e enquanto isso é legal vendo por um lado, o álbum não tem uma consistência muito marcante (lembrando que o fato do conjunto todo não ser tão consistente não quer dizer que as faixas sejam ruins, e eu to botando muito parênteses nisso). E além disso, o single é de longe mal escolhido, como eu disse, tem outras faixas com proposta experimental bem mais coesas. Assim como os outros álbuns deles, na verdade, pois os 3 tinham faixas bem mais legais pra serem usadas de title, mas a vida que segue, não? As bsides ao menos compensam bastante.

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A capa é bonita, convenhamos

The Misconceptions Of Me ~ Review

NCT 127 – Cherry Bomb

Lançamento: 14/06/2017

Nota: 7

TOP3: 0 Mile, Running 2 U e Sun & Moon

E vocês, o que acharam do Cherry Bomb?

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e se gostou do post, compartilhe ❤

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13 comentários sobre “REVIEW: NCT 127 – CHERRY BOMB

  1. Ren disse:

    Realmente essa cherry bom está uma bomba. Pelo menos a SM já deixou isso bem claro com o título. Pelo grupo tava achando que ia vim um oppa-fodão de conceito mesmo, mesmo que eu possa estã confundindo os nct tudo.
    Até tentei ver o MV todo, mas a música consegue ser tão aleatória e homogênea que em menos de dois minutos eu tava saturado já. E nem o MV tava ajudando, basicamente o calo me baby nct Verizon. Mas ok
    Ainda vi gente onlinemente falar que era o MV Pablo Picasso de conceito artístico

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  2. Filha de Shipp Canônico disse:

    As únicas que eu realmente gostei foram Running 2 e 0 Mile, mas o resto do álbum (menos o single horroroso) está até bonzinho, vou ouvir de novo pra ver se alguma vai ficar na cabeça como essas 2.

    E gente, Taeyong meu Bias querido compôs uma letra dessas enquanto pensava na irmã??!!?!??!?? MORTAAAA

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  3. Tássia disse:

    Na primeira ouvida eu detestei Cherry Bomb, mas a SM tem algo que sempre me faz viciar em praticamente tudo que eles lançam, então cá estou eu aceitando calmamente. Eu foco no segundo rap do Mark e no break, que pra mim fazem a música ficar boa. Uma pena que seja só no final, quando a maioria das pessoas já desistiu de ouvir.

    Concordo com você, qualquer uma das outras faixas seria um single melhor, não tenho ideia do que a SM tem na cabeça nesse quesito. Porém, acho que no MV eles acertaram, AMO a SM sendo avant-garde com esse efeitos que agora ninguém entende mas daqui a 2 anos tá todo mundo copiando.

    E sobre a letra de Whiplash, eu acho que o Taeyong foi é esperto, como ele não podia dizer em quem ele escreveu pensando, ele usou um word play “noona” hahaha (na verdade não vi as palavras que ele usou, mas se foi isso…). Porque é impossível que tenha sido escrito pensando na irmã, a não ser que eles tenham uma relação bem… esquisita. Taeyong, nós estamos vendo o que você fez!!! Como a SM deixou isso passar? Essa é a real pergunta hahaha.

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    • Adriano disse:

      O mv eu achei bem morninho, hihi, os efeitos são até bacanas mas não o suficiente pra ficarem chamativos e tal

      Ah, isso ai da letra é que a irmã dele era bem rígida e isso ajudou bastante na criação dele, então ele quer uma garota que seja como ela, não é tão bizarro vendo dessa forma mas ainda é meio estranhozinho, aushauhx

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  4. lucascardozo disse:

    Cherry Bomb soa ruim demais graças aquela parte que eles ficam repetindo uma mesma frase direto (acho que é inglês). Não senti harmonia nenhuma naquilo. A música seria até bacana pelo resto, apesar do refrão fraco, mas realmente não dá. Aquela parte… credo.

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