As 10 melhores faixas de Maio/2017

Olá, como vocês estão?

E com atraso de uns dias, cá estou eu com as melhores faixas de maio, segundo a minha requisitadíssima (pff) opinião. Maio foi até agora o mês mais parado pro kpop, boa parte disso por conta das eleições e tal. Mas suas duas semanas finais foram até que razoavelmente movimentadas, e com umas coisinhas bacanas saindo.

E mesmo num mês como esse, dá pra tirar os destaques, que pra mim, são esses aqui, e como vocês já sabem, sem ordem de preferência.

A.C.E – Cactus 

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E os atuais nugus mais queridos da nação capopeira debutaram no mês passado com um farofão bem eletrônico e positivamente datado. Indo contra o mar de farofas hip hop, Cactus soa como algo que seria lançado por boygroups em 2009/2010/2011 e que hoje seria lembrado como um ícone caso viesse de alguém mainstream. Mas comparações a parte, isso aqui tem um refrão duplo ótimo, com partes cantadas dramaticamente e depois um break rebolativo maravilhoso. Inclusive, A.C.E. também veio pra suprir a minha necessidade de “farofa-de-boygroup-coreano-da-década-passada” que eu tava esperando do comeback do KNK (que veio com a parte de boygroup coreano da década passada mas infelizmente com um single meio sem sal)

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Sistar – Lonely 

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Infelizmente mais um girlgroup foi tirado de nós esse ano (já é o 3° esse ano, 4° se vocês forem antecipados como eu e já considerarem o T-ara que ainda vai se despedir ), mas a despedida do Sistar foi mais do que satisfatória. Lonely tem o plus de ser uma faixa que poderia, de qualquer forma, ser lançada como single por elas em qualquer hora. Além de se encaixar na discografia do grupo, o mv também é 100% Sistar no verão (mas nesse caso um verão triste como no dia em que começa a chover no dia que você resolve ir na praia). Eu disse que Lonely era apenas legal e só, mas isso não impede a faixa de ganhar uma vaguinha aqui, certo?

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Psy – New Face

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Eu curti os dois singles desse álbum do verdadeiro oppa da nação, mas New Face acabou me chamando mais a atenção por ser levemente diferenciada do que o Psy costuma lançar (o sax substituindo o instrumental 100% eletrônico é praticamente todo o causador disso). Mas ainda assim, sem se destoar nada do que ele geralmente faz, já que ainda tem o refrão grudento, versos marcantes e o clipe com informação demais (que nesses casos não é algo ruim, já que prende a atenção até o fim). Não é tão impactante quanto Daddy e Gangnam Style, mas ainda tá de bom tamanho, Psy faz música despretensiosa sem querer inventar moda, e New Face faz muito bem esse papel

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Lovelyz – Now, We

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Essa aqui eu demorei pra curtir, mas agora que foi de vez, estou apenas adorando. Now, We é Lovelyz sendo Lovelyz, mas como desde fevereiro eu consigo engolir alegremente as coisas que elas lançam, eu gostei disso aqui. É um synthpop coloridinho muito bem feito, com um refrão levemente dramático que consegue ficar ainda mais forte com o lindíssimo clipe (sério, deve ser um dos que eu mais gostei no ano até agora, adorei a estética disso, mesmo que ela seja bem comum entre os grupos aegyo). Uma pena ser a única coisa que agrega ao álbum com o repackage, mas já tá bom assim.

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iKON – B-Day

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A música é boa, mas não da pra dizer o mesmo da capa do single hein

B-Day é provavelmente a música do iKON até agora (ok que a concorrência a esse título é bem pequena, mas enfim), e o que dá toda a magia pra faixa é o fato de ela ser bem menos tryhard do que o habitual deles, e sempre que eles vão por esse caminho, dá certo (What’s Wrong, Dumb & Dumber e Apology tão ai pra provar). Os riffs de guitarra no instrumental são ótimos, e a virada que a música dá de “aparente pop rock” pra “edmzão brega” é um destaque. Só faltou ser a faixa principal do double a-side, né?

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VIXX – Black Out 

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Eu aceitei calmamente a presença de Shangri-la como a title do mini deles, já que ela se enquadra no conceito e tem um mv e coreografia ótimos, mas ainda acho que isso aqui poderia ter sido o single. Pra quem acompanha VIXX, isso aqui não é lá tão “uou” porque todo santo álbum deles tem algo nessa vibe, e aqui não é diferente, tem instrumental eletrônico intenso, Ravi rosnando/fazendo sons esquisitos no rap, sintetizadores marcantes etc. Mas isso não deixa a música menos boa, então, aproveitem essa obra-prima ai.

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Kriesha Chu – Trouble

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Kriesha parece promissora como solista, mas enquanto não vemos isso acontecer, temos um ótimo debut. Trouble é um desses pop-R&B-de-diva-vocal-no-sax que são bem comuns na música em geral e que quase sempre colam bem comigo (e não é diferente aqui). Acho que o principal destaque da música é que o instrumental tem uma coisa a mais ao invés de ser só o sax. Obviamente isso acontece sempre, mas não costuma ser tão comum quanto aqui. O mv aegyo porém nem tanto combina bem com a faixa, que tem um refrão bem grudento e com bastante replay factor.

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Seventeen – My I (Jun & Minghao)

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O single do Seventeen foi bem fraquinho, mas pra alegrar nossas vidas, o mini álbum foi mais do que compensador. Dentre as bsides, as minhas favoritas são Swimming Fool e My I, mas por esses dias eu comecei a ouvir mais a segunda, então, é ela quem entra aqui. Gosto muito de como ela passa de midtempo bonitinha pra algo com uma pegada levemente tribal, e mesmo mantendo o ritmo o tempo todo, não fica monótona. E nem preciso citar os “maiaiaiaiaiaiaiaiaiaiai” grudentos pra caramba. Ouçam aqui

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LOOΠΔ (Kim Lip) – Eclipse 

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Kim Lip veio pra dar uma reviravolta no LOOΠΔ, tanto na sonoridade/imagem quanto na história do projeto, que agora vai contar com a unit sexy e que futuramente integrará o LOOΠΔ completo pra formar o loonaverso (!!!!). Mas histórias a parte, Eclipse vem como algo totalmente novo no grupo, sendo bem mais dançante, sexy, e com uma pequena vibe oitentista que eu acabei percebendo conforme fui ouvindo mais vezes. Faixa perfeita pra dar fôlego novo ao LOOΠΔ.

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Yezi – Anck Su Namum

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E pra finalizar, temos Yezi voltando com mais um farofão digno. Cider foi um bom debut e que mostrava que a carreira solo dela parecia promissora, e Anck Su Namum veio pra comprovar isso. A faixa tem um BPM bem alto e combina perfeitamente com o flow naturalmente raivoso da Yezi. De começo eu achei ela meio mal estruturada, mas agora estou achando tudo ótimo do jeito que está, os versos intensos + o refrão(?) desacelerado são uma ótima antecedência pra parte farofenta e acelerada. No aguardo de mais comebacks.

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E essas foram as melhores faixas de maio, segundo a minha humilde pessoa. De menção honrosa, acho que o comeback do 24K e essa maravilha aqui (que só não entrou aqui porque comecei a ouvir tem só uns 3 dias e acabei não cortando o que ouvi por mais tempo pra colocar ela), não teve nada que se destacasse além dessas duas e do que tá no post.

E quais foram as faixas de maio que vocês mais curtiram?

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e se gostou do post, compartilhe ❤

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2 comentários sobre “As 10 melhores faixas de Maio/2017

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