Top 80 de 2016 – Parte 7 (20-11)

Mais um dia e mais um post do top 2016 deste blog. Após várias e várias faixas, chegamos na penúltima parte, e depois disso, só as que salvaram o ano e que permaneceram intactas ao monstro da saturação.

Quais foram as salvadoras de 2016, mas que não conseguiram chegar no top 10? Vocês conferem agora.

Sem mais enrolações, vamos a parte 7 do top 2016:

20 – Faky – Candy

candy

Não sei se Candy deveria estar aqui, já que originalmente ela é de 2015 (é bside do Afterglow), mas já que decidiram usá-la de title pro EP que Faky lançou esse ano, porque não incluí-la? A faixa é ótima mesmo. Um dancepop alegre e teen, com um refrão bem competente e instrumental grudento. Não é meu single favorito delas, mas ainda assim diverte bastante e é ótimo pra ouvidas casuais. Além de um clipe bem bacana que é quase um mv da era de ouro do capope, mas reformulado pra 2016.

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19 – VIXX – Fantasy

hades

O segundo single da trilogia do VIXX é, de longe, o melhor. Fantasy segue o conceito dark que é praticamente marca do grupo e que eles sempre fizeram muito bem, mas acrescenta muito mais dramaticidade na coisa. O começo lento dá todo o clima preciso pro refrão entrar de forma impactante  O mv, pra mim, é o melhor deles até hoje, optando por um cenário mais sombrio por natureza e atingindo êxito nisso.

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18 – B.A.P – That’s My Jam

Print

B.A.P tem poucas farofas em sua discografia (acho que, além disso aqui, só Hurricane mesmo). Mas quando fazem, é da forma certa. That’s My Jam não busca ter 1039203 coisas em seu instrumental com o intuito de ser a junção da arte e do pop, é só uma uptempo divertida e exatamente por isso que ela é boa. Tem um refrão grudento que ganha força com os versos igualmente bons que o antecedem. É algo bem descontraído, principalmente se formos levar em conta que 80% dos singles deles são mais sérios e agressivos ou mais bonitinhos e sem sal (é de você mesmo que eu estou falando, B.A.P aegyo). E também, That’s My Jam distorce todo o tempo e o espaço ao não usar os matokis como capa do single.

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17 – Berry Good – Don’t Believe

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Como em todos os anos, alguma moda sonora atinge o kpop e todo mundo lança faixas do gênero em busca de hitar. E em 2016, pelo menos no segundo semestre, essa moda foi o tropical house/dancehall. Mas, o que importa é a execução, e em Don’t Believe ela é muito bem feita. A faixa mistura o dancehall com um aegyo choroso e melancólico, e o resultado é essa obra prima. Don’t Believe também sai ganhando por ter um refrão, ao invés de só deixar os sintetizadores tocarem no fundo, e lógico, por sua bridge maravilhosa. Se eu nunca tinha dado uma chance pra Berry Good, é graças a isso aqui que agora staneio elas cada dia mais.

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16 – Namie Amuro – Mint

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Não tivemos álbum de Namie esse ano, mas ela lançou singles bacanas. E dentre eles, o meu favorito é, com certeza, Mint. Um pop rock bem dançante com riffs de guitarra por toda parte e um refrão explosivo. Não é algo inovador na discografia dela, mas ainda assim é ótimo. O clipe em tons escuros com várias Sias batendo cabelo é bem interessante, e além disso temos Namie se prestando a mandar uns passinhos a mais do que o habitual, ao invés de só ficar parada com cara de quem queria sair logo dali. Com certeza meu popstar goals se eu fosse famoso. Infelizmente eu não consegui achar o pv completo pra vocês verem, então por hoje vai ser só o clipe de 1:55 mesmo. Perdoem-me

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15 – BLACKPINK – Playing With Fire

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Mais uma faixa que usa a moda e que se destacou. Após um debut legal, porém bem previsível, eu fiquei ansioso pelo que viria, e BLACKPINK nos entregou seu melhor single do lado farofa (não que seja muito difícil ser melhor que aquele negócio lá). Playing With Fire é bem dançante, o piano na backtrack e o refrão são as coisas que dão o “tcham” que isso aqui precisa. O mv é meio sem graça, mas a faixa compensa tudo, e agora eu continuo curioso pra saber o que BLACPINK vai lançar quando voltarem pra nossa área sabe-se lá quando.

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14 – Luna – Free Somebody

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BUY FREE SOMEBODY ON ITUNES! BUY FREE SOMEBODY ON ITUNES! BUY FREE SOMEBODY ON ITUNES! Quando Luna fez seu tão aguardado debut solo, isso foi o que eu mais li entre os capopeiros do br. Não é por menos, afinal, Free Somebody opta por um house uptempo ótimo ao invés de uma OST de dorama meloso (vamos lembrar que a Luna é main vocal e é geralmente isso que dão pra quem ocupa essa posição). A faixa também se destaca por ser muito não-kpop, coloquem isso em inglês e vai se parecer com algo saído direto da eurovision. Infelizmente o auto-boicote da SM pra cima da Luna fez com que isso flopasse, mas tanto a faixa quanto o clipe mostram que ela parece ser promissora como solista. Mas e ai, você já comprou Free Somebody no iTunes?

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13 – Infinite – Air

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Infinite voltou com um single bem bom, mas o que puxou toda a minha atenção foi essa bside aqui. Air é Infinite sendo Infinite, cheia de sintetizadores meio futurísticos e um refrão um pouquinho choroso. Falando assim parece bem simples, mas o replay factor disso aqui é TÃO ALTO que me fez ouvir por vários dias seguidos. Sempre que percebia, lá estava eu ouvindo Air. Infelizmente não ganhou nem um livezinho com música cortada nos music shows, mas é a minha bside favorita desse ano. Ouçam aqui

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12 – Bed.In – Golden Pleasure (Gold No Kaikan)

rich

Uma das coisas mais legais que descobri no jpop desse ano, Bed.In são essas moças ai de cima que encarnam os anos 90 em suas músicas. Mas não é o lado cool dos anos 90, é toda a trasheira, as roupas, os solos de guitarra que permanecem na música toda, os sintetizadores pesados, enfim, elas são praticamente um Reboot vivo, mas japonês e homenageando os anos 90 ao invés dos 80. Gold No Kaikan é o primeiro single de Mai e Kaori sob uma gravadora grande, e mesmo não sendo tão superior quanto C Chou Venus (single de quando elas eram amadoras), ainda é uma música bem forte e que representa bem a proposta do duo. As guitarras tocando a cada refrão são bem legais e deixam a faixa se parecendo com um tema de luta de anime shounen, daqueles bem velhos, com violência em excesso e protagonistas musculosos ao extremo. Aliás, não conhecia elas e gostou, recomendo ouvir o Rich, álbum que elas lançaram esse ano (tem no spotify)

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11 – Younha feat HA:TFELT e Cheetah – Get It?

get-it

Isso aqui saiu de surpresa e eu logo fiquei animado, já que gosto muito da Cheetah e da Yenny (nunca te ouvi Younha, desculpa). E eu não poderia ter saído mais satisfeito, já que Get It? é um desses girl power jam que são lançados por um pessoal tipo Icona Pop e tal. Os versos são bem legais, o pré-refrão é empolgante e o refrão, cantado em coro, é catchy e fica na mente. Todas estão lindíssimas (esse cabelo roxo-azul ficou muito bem na Yenny) e mesmo usando o velho revoltadas-com-manequim concept, tem um clipe bem legal. Uma pena que não foi divulgada, pois isso aqui tem um potencial maneiro, hein?

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E agora estamos na reta final, sábado vocês saberão quem são as salvadoras de 2016.

O que acham das faixas aqui citadas? Alguma injustiçada?

Pro top 10, temos 3 jpops (não disse se são de japoneses), um aegyo, uma solista, um grupo que voltou recentemente e outro que voltou há um tempo, porém ambos estão na mesma situação desde o debut e 3 grupos conhecidos.

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e se gostou do post, divulgue ❤

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9 comentários sobre “Top 80 de 2016 – Parte 7 (20-11)

  1. whoisde4d disse:

    Eu tinha esquecido que essa Get It? existe, socorro.
    Vi tanto essa Cama.Dentro nos tops alheios que até fiquei curioso pra ouvir elas melhor. Vou ver se trato de fazer isso.
    Quando vi a música de Berry Good, já tava esperando que a de BLACKPINK iria estar bem longe daí. Tomei no cu HEHEHE

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  2. Diamantina disse:

    Até tentei com essa Get It, mas não. Até esqueci que tinha baixado. kdjksdh
    O podemos dizer de VIXX que só melhora a cada ano não é mesmo, apesar da minha fav de 2016 ser Dynamite, Fantasy é classuda e dramática, e sério, eles fazem esse conceito bem demais.
    Thats My Jam é aquela música de soltar a franga dançando loucamente ao som de música divertida e dançante, é básica, mas cumpre bem o papel de farofa sem 216545646 elementos misturados. BAP aegyo, deus me livre. Po, eu gosto dos matoki.
    Playing With Fire é muito boa, pena que não dou uma foda para Blackpink.
    Já vi falar tanto de BerryGood que já até pensei em procurar, mas esqueço. KJAHDKHD

    BUY FREE SOMEBODY ON ITUNES PELO AMOR DE DEUS!

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