Top 80 de 2016 – Parte 5 (40-31)

Olá, seres que estão comemorando o Natal (ou não). Como estão? Se divertindo? Com vontade de transformar o almoço de família num enterro? Mandando o recado pro cremoso dizendo que vocês não são pavê, e sim pacomê?

Mais uma parte do top e menos músicas até a vencedora do ano. Era pra eu estar postando isso amanhã, mas como vocês devem ter percebido, eu sou uma pessoa que muda de ideia muito rápido, e como minha meta é postar o fim desse top no dia 31, fiz umas mudancinhas.

E então, vamos lá?

40 – FEMM – Neon Twilight

neon-twilight

FEMM teve um bom ano, musicalmente, lançando 4 singles bem bons (Circle? Não sei do que se trata). 3 deles me agradaram muito, e Neon Twilight foi um deles. Em seu lançamento, a faixa foi meio ofuscada por Countdown, mas eu particularmente prefiro essa. Crepúsculo de Neon se assemelha. O refrão é bem simples, se resumindo a “just run your body all around ‘till the neon twilight, ieieieie ieieieie”, mas é ele que dá a mágica na faixa e a deixa grudada na nossa cabeça. O clipe segue o padrão FEMM de baixo-orçamento-bem-feito, com elas vestidas de diabo e andando num fundo preto. Dentre o meu pouco conhecimento do gênero, foi um dos jotapopes que mais gostei.

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39 – f(x) – Cowboy

cowboy

Ah, meu querido f(x). Cowboy é acelerada na medida, tem o banjo na backtrack que dá toda uma diferença pro negócio e cai muito bem ao lado de outras músicas temáticas delas. Criminalmente esquecida, não tem nem mesmo um clipezinho de 10 reais com elas dançando numa das caixas da SM usando roupa de couro, mas mesmo assim, é memorável e só acrescenta na ótima discografia do grupo (espero que tenha uma versão coreana no próximo álbum delas). Ouçam aqui

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38 – EXO – Lucky One

exact

Outro bom single do EXO nesse nosso 2016. Lançada junto com Monster, Lucky One é praticamente o lado velvet do double-a side, sendo mais funky com uma vibezinha de house. O pré-refrão mais lento dá todo o clima que precisamos pra chegada do refrão forte da música. Uma pena que o mv é horrível e consegue provar que todo mundo pode ficar feio em algum ângulo, mas felizmente não precisamos vê-lo enquanto ouvimos a faixa.

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37 – Morning Musume – Confront With Bare Nakedness

momosu

Como já disse em alguns posts, eu (ainda) não sou um bom conhecedor de jpop, e por isso é muito comum que eu esbarre com faixas soltas e acabe gostando. E esse foi o caso de Confront With Bare Nakedness, um electropop ótimo que evoca a sonoridade do Dress To Kill, do After School. O destaque da faixa é, com certeza, a bridge de dubstep que foi muito bem colocada e acrescenta ao conjunto, ao invés de ser algo dispensável. CWBN é energética e bem dançante, e ainda salva o triple-a side do Momosu.

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36 – REOL – Give Me A Break Stop Now

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REOL deve ser uma das melhores revelações da música asiática que tivemos nesse ano. Com um estilo bem bacana de ~vocaloid humana~, a garota pesa a mão no EDM agressivo em praticamente todo seu álbum, e principalmente em Give Me A Break Stop Now, a peça central do Sigma. É um EDM bem viciante, cheio de breaks dançantes e que tem um replay factor bem grande. De brinde, temos REOL aparecendo no clipe e se mostrando quase que uma Kyary Pamyu Pamyu da Terra 2. Se vocês não ouviram o Sigma ou não conhecem a REOL, recomendo bastante.

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35 – Fiestar – Apple Pie

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Apple Pie foi algo bem inesperado, já que aparentemente Fiestar havia adotado o estilo dark-sexy que tanto combinava com elas. Mas quem disse que a faixa é ruim? Apple Pie parece uma faixa do álbum de debut do T-ara (que aliás é ótimo). Os versos são consistentes e o refrão é memorável, além do break de risadas que é algo bem incomum e que caiu otimamente aqui. O mv é legal, apesar de que todos nós reparemos mais na cara de desgosto de Yezi, que obviamente está sendo forçada a cantar sobre torta de maçã enquanto está vestida de cientista, do que na estética em si.

34 – Ladies Code – The Rain

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Após quase 2 anos de hiatus, infelizmente por conta de uma tragédia, Ladies Code voltou com uma sonoridade completamente diferente da que usavam, e com ela lançaram dois ótimos singles. Entre eles, o que mais me conquistou foi The Rain, que mantém o tom sóbrio de Galaxy, mas vai além. Começa como algo mais voltado pro R&B, mas chega o refrão e a faixa evolui pra um pop elegante. O mv é lindíssimo e cheio de metáforas, que tanto fazem sentido a letra quanto a história do grupo. #LadiesCodeQueensOfLadoVelvet.

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33 – MOBB – Hit Me

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Consigo ver daqui a feição de desgosto de boa parte de vocês ao ver MOBB no top, e ainda por cima numa posição tão alta. Mas ouçam isso aqui. É a fodelice característica dos rappers da YG, mas ao invés de intermináveis versos de rap com voz de quem tá quase dando AQUELA escarrada, é algo mais descontraído e que diverte, e além disso, ela tem um refrão decente (me digam qual música da YG lançada antes disso aqui que tinha um refrão, e não um break barulhento). E o papel do Kush na faixa chega até a grudar um pouquinho, com ele falando algumas coisas num tom marroquino/árabe. Muito melhor que Full House e que um dos solos deles. Não vou dizer qual.

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32 – Seventeen – Very Nice

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Eu havia me animado pro comeback do Seventeen, pois além de ter gostado dos singles anteriores deles, era o primeiro LP do grupo, algo que sempre marca a carreira de um ato. Mas eu me decepcionei TANTO com Pretty U que fiquei até triste, mas alguns meses depois a Pledis resolveu dar um repackage pros meninos, e felizmente, ele consertou tudo o que Pretty U havia errado. Very Nice é um pop bem gostosinho com refrão chiclete (tentem tirar os “aju nice tanranranran” da cabeça e falhem) e que no fim acaba sendo um single bem sólido na discografia deles, seguindo o estilo que eles mantém desde o debut.

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31 – Akdong Musicians – How People Movie

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Após quase 2 anos no famigerado porão da YG, os irmãos voltaram com um double-a side bem legal. Re-Bye é boa, mas eu gostei mesmo foi de How People Movie, que sai totalmente da rota de música-acústica-e-gostosinhas que eles seguem. A faixa vai para um lado mais pop, sendo algo que arrisca, mas que ao mesmo tempo mantém a aura do ato. O clipe é quase que um cenário de programa infantil do Discovery Kids, que cai muito bem com a faixa e a letra non-sense. Agora só nos resta esperar dia 01/01 para ter a segunda metade do 2° LP deles.

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E essa foi a parte 5 do top 2016. O que acham das faixas aqui citadas? Alguma injustiça?

Para a próxima parte: 5 girbands, sendo uma delas com bside, 2 boybands, um station da SM e dois solistas. Todos capopinhos. Palpites?

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e se gostou do post, divulgue ❤

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4 comentários sobre “Top 80 de 2016 – Parte 5 (40-31)

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