Top 20 de Outubro/2016 – Parte 2 (10-1)

Cá estou eu novamente com o top de outubro. Fiz um monte de alterações nela porque cada hora sentia que certas músicas não tinham posições justas em relação ao quanto gostei delas, mas agora é a hora.

Olhando esse top, não é que outubro foi um mês bom? Se for comparar com as bombas que saíram nos outros meses, é praticamente o salvador de 2016. Aliás, o jpop está precisando de salvação? Se tiver, ela já está entre nós

Agora, sem mais enrolações, vamos pra segunda e útima parte do top de outubro!

10 – 24K – Bingo

24k

Acabei descobrindo 24K num desses mutirões anti-disband com tag no twitter que as vezes o pessoal faz. Pesquisei uns singles do grupo e acabei topando com a ótima Still que eles lançaram tem uns meses. Logo fiquei animado quando o comeback com 1° full álbum foi anunciado. Na primeira vez que ouvi Bingo fiquei com aquele sentimento de “é só isso?”, mas logo fui criando amor pela faixa. Não tem muito o que comentar, já que é basicamente eles soletrando Bingo a música toda, mas é exatamente isso que faz com que tenha um bom replay-factor. Mesmo com a pegada trap estando mega saturada na cena capopeira, é sempre bom quando alguém faz direito. Ponto pro 24K.

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9 – Twice – TT

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TT sofreu do mesmo caso que Bingo, aquele sentimento inicial de “tá, cadê o single de verdade?” e que depois foi crescendo dentro do meu coração. Provavelmente eu devo ter estranhado por não ter rap nem break de dança, coisa que eu esperava, mas agora TT é uma das minhas favoritas não só do mês, mas do ano também. O refrão é bem legal e os “i’m like TT, just like TT” grudam que é uma beleza. O mv também é um forte ponto com cada uma delas em um conceito (no caso fantasias), coisa que pode vir a se tornar marca registrada do grupo se o JYP trabalhar bem.

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8 – BTS – Blood, Sweat & Tears

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Tenho uma relação de amor e ódio com o BTS. Gosto dos meninos e das músicas, mas aquele fator que vocês sabem qual é me fazem com que eu me afaste um pouco do grupo involuntariamente. Ouvir Blood, Sweat & Tears me surpreendeu bastante na primeira vez. Não esperava reggaeton vindo de uma boyband, ainda mais BTS que sempre teve um foco no hip hop (que foi diminuindo em I Need U, Run e Save Me, mas ainda assim). Gostei da faixa desde a primeira ouvida, e o álbum, pra quem não ouviu ainda, é muito bom também.

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7 – Ladies Code – The Rain 

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Saber que Ladies Code teria outro comeback esse ano me animou muito, pois sempre gostei das músicas delas e tinha adorado Galaxy. Havia gostado de The Rain na primeira ouvida, mas não achei que fosse ouvir ela de novo. Engano meu, pois conforme foram passando os dias eu ouvia The Rain cada vez mais. A ~sonoridade velvet~ cai muito bem com elas, os versos mais calmos dão ainda mais destaque pro refrão um pouco mais dançante, e a bridge seguida de highnotes são o ponto alto disso tudo. Quer dizer, musicalmente falando, né, já que o mv é maravilhoso. Um dos mais bonitos de 2016.

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6 – REOL – VIP KID

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Não sei se vocês devem conhecer a REOL, já que ela é novata no jpop. Mas, aconselho ouvirem o Sigma, primeiro álbum dela, pois é maravilhoso. Eu iria colocar Give Me A Break Stop Now aqui, mas como a faixa foi lançada em agosto, quem ganha a vaga é VIP KID, a música que abre o Sigma. O começo é bem vago e nos faz esperar por muita coisa, mas depois a faixa explode numa high note e vira um EDM maravilhoso que cai muito bem com a peculiar voz dela (assim como o resto do álbum). Como é uma bside de um álbum de jpop, dificilmente terá no youtube, mas achei a música upada aqui.

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5 – Bulldok – Why Not

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Demorou, mas finalmente um conceito girlcrush decente vindo de um grupo da nova geração. Sem firulas, sem break no lugar de refrão, Why Not soa como algo lançado em, sei lá, 2011. Os versos são bem simples, mas bons. Porém, o destaque é o refrão que é bem efetivo. E, de bônus, o break não destoa a música nem nada do tipo. O mv é bem legal e prova que falta de orçamento não é motivo pra fazer algo que pareça um clipe caseiro. Um dos meus debuts favoritos do ano. Hwaiting Bulldok!

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4 – VIXX – Desperate

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Isso não é lá uma surpresa pra quem ouve VIXX, já que todo santo álbum deles tem alguma faixa com esse clima. Mas, Desperate é boa pra caralho. Me lembra o que eles lançavam em 2013, e isso é um elogio (pelo menos pra mim). O começo no violino casa bem com a aura dark que ronda eles desde sempre, os versos são meio lentos, até que o refrão explode e logo depois vem um break ótimo. O rap do Ravi com seus “latidos” característicos também é um ponto forte da música. Desperate havia chamado minha atenção desde o medley do Kratos, e ela atendeu tanto minhas expectativas que passou horas no repeat do meu celular, além de ter chutado The Closer do 4° lugar. Ouça aqui.

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3 – SHIFT – SHINee

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1 of 1 é um álbum bem bacana num todo, mas pra mim SHIFT roubou todo o brilho, tanto o da title quanto o do resto. Os versos são lentos, e logo o refrão chega num house maravilhoso, coisa que eles já fizeram antes e que casa bem com o grupo. Poderia ter ganho um clipezinho, né? Mas enfim, não adianta chorar pela bside ignorada. Aliás, internet, tá na hora de combinar SHIFT, View e Savior num mashup né? Fica a sugestão ai. Ouça aqui

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2 – LOOΠΔ/HeeJin – Vivid

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LOOΠΔ é um projeto bem ousado, ainda mais pra uma empresa pequena, mas começa de um jeito extremamente promissor com o solo da Heejin. Sério, que música boa. Num ano em que não tivemos IU, Vivid cumpre muito bem a sonoridade que esperávamos de um comeback da solista, além de encarnar o Cat-shire muito bem. O refrão é bom o suficiente pra fazer com que queiramos ouvir a música de novo, de novo e de novo. Nem vou falar do mv, que, seguindo a estética que sua “empresa-mãe” vem usando, (pra quem não sabe, a empresa do LOOΠΔ é subsidiária da Polaris) é muito bonito. LOOΠΔ mal começou e eu já estou amando.

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1 – I.O.I – Very Very Very

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Very Very Very foi o meu hino do mês. Sempre que percebia, lá estava eu escutando Very Very Very. Era Very Very Very de um lado, Very Very Very de outro. E pensar que eu tinha completamente detestado isso quando lançou. Não sei o que diabos aconteceu, acho que fui exposto demais á faixa. O instrumental parece algo tirado de um arcade, os nomu nomu nomu jacu jacu jacu sendo repetidos a música toda, o mv bem legal, enfim. Uma pena que meu comeback favorito do I.O.I tenha sido o último delas. Mas pelo menos fica na memória que elas fecharam com chave de ouro, parabéns a YMC, ao JYP, a equipe criativa e as meninas. #FicaI.O.I

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E esse foi o top 20 de outubro. O que acharam? Alguma faixa que merecia uma vaga e foi mais esquecida que a baterista do AOA? Qual foi o top de vocês?

Não se esqueçam de curtir a página do blog, e, se gostou do post, divulgue ❤

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